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É possível poupar com a transferência do crédito habitação? Sim, é possível!
A transferência do crédito habitação pode ser o empurrão de que precisa para aliviar o seu orçamento mensal sem ter de mudar de casa.
Muitas pessoas acreditam que, depois de assinarem o contrato com o banco, não há volta a dar.
Mas a verdade, é que, pode transferir o crédito para outra instituição e, em muitos casos, com muitas vantagens.
Se está a pagar muito pela sua prestação ou se pretende condições mais justas, este artigo é para si.
1 - Transferência do crédito habitação: Como funciona?
A transferência do crédito habitação consiste em mudar o crédito de um banco para outro. O novo banco paga a dívida ao banco atual e passa a ser o novo credor.
Na prática, fica com um novo contrato, que inclui, idealmente, juros mais baixos, spread reduzido ou prestações mais leves.
É como renegociar as condições… mas com outra instituição mais interessada em celebrar o seu contrato.
Porque razão querem os bancos o seu crédito? A razão é simples: porque o crédito habitação é um produto de longa duração. Isso significa anos de relação com o cliente, venda de outros serviços e estratégias de fidelização.
É por isso que, muitas vezes, um banco rival está disposto a fazer-lhe uma proposta com:
- Um spread mais competitivo;
- Isenção de comissões iniciais;
- Redução no valor da prestação;
- Condições promocionais no seguro de vida e multirriscos.
Tudo para o conquistar e manter por muitos anos.
2 - Quando é que vale a pena considerar a mudança?
A resposta mais direta é: quando há uma diferença significativa nas condições.
Por exemplo, se estiver a pagar uma taxa de juro alta e outro banco lhe oferecer um spread menor, pode fazer sentido. Também é aconselhável analisar a transferência do crédito habitação quando:
- A sua taxa de esforço está a afetar o seu orçamento;
- A Euribor tenha subido e o contrato atual tenha ficado mais dispendioso;
- O seu perfil financeiro melhorou desde o primeiro contrato;
- O mercado está mais competitivo e repleto de campanhas de transferência.
A poupança pode chegar a milhares de euros ao longo dos anos.
3 - O que muda com a transferência do crédito habitação?
Ao transferir o crédito, vai assinar um novo contrato, que pode alterar o seguinte:
- O valor da prestação;
- O prazo do empréstimo;
- A taxa de juro e o spread;
- As condições dos seguros associados.
Além disso, pode aproveitar para renegociar produtos associados ao contrato anterior, como cartões, contas ou comissões mensais.
E claro, não precisa de mudar de casa, apenas de banco.
4 - Há custos envolvidos?
Sim, mas estes costumam ser compensados pela poupança a médio e longo prazo.
Os principais custos associados à transferência do crédito habitação incluem:
- Comissão de amortização antecipada ao banco atual (máximo 0,5% em taxa variável);
- Comissão de processo no novo banco (nem sempre cobrada);
- Custos de escritura e avaliação do imóvel.
Mesmo com esses encargos, muitos clientes conseguem poupar centenas de euros por ano. O segredo está numa simulação bem feita.
5 - Como saber se compensa?
A melhor forma de o saber, é fazer contas com a ajuda de um especialista.
Na Credistar, por exemplo, ajudamo-lo a comparar propostas, a fazer simulações e a compreender o impacto real no seu orçamento.
Também analisamos os custos totais (MTIC) e a TAEG, para ter uma visão completa do cenário, sem surpresas.
Se a prestação baixar e a poupança superar os custos de transferência do crédito habitação, o negócio pode ser excelente.
A transferência não é apenas uma decisão financeira. É também uma forma de cuidar da sua tranquilidade, da sua liberdade e, porque não? Da sua qualidade de vida!
Muitas vezes, a diferença de 50 ou 100 euros por mês permite poupar, investir ou simplesmente respirar com mais alívio.
E isso é inestimável!
Se está a pensar em mudar, mas só de ouvir a palavra “documentação” já se sente cansado… respire.
Na Credistar, tratamos de tudo por si: desde a transferência do crédito habitação, simulações, contacto com os bancos, comparação de propostas e até explicações sem juridiquês.
A única coisa que tem de fazer é imaginar como vai gastar o dinheiro que vai poupar.
