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Testemunho
CLAUDIA SANTANA

O total dos meus créditos rondavam os 24.000€ e estava a pagar 865€ por mês. Após juntar todos os meus créditos, sem fiadores, passei a ter uma só mensalidade de apenas 315€/Mês.

Redução de 64% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 11,712%.

Testemunho
SOFIA E NUNO CAMPOS

Devíamos 19.000€ e tínhamos de pagar 677€/Mês. Depois da consolidação de créditos, sem incluir o crédito da casa, ficámos com uma mensalidade de 249€. Poupamos mais de 400€/Mês.

Redução de 63% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 12,024%.

Testemunho
MANUEL HENRIQUES

Queria fazer outro crédito de 5.000€ mas com a casa devia 130.000€ e pagava 2.097€/Mês. Segui a sugestão e fiz um crédito consolidado. Reduzi as prestações para 745€/Mês e já com os 5.000€ na conta.

Redução de 64% nas prestações. TAN 2,455% e TAER: 3,231%.

Testemunho
JOÃO SILVA

Fiz um pedido de 4.500€. Foram apresentadas várias propostas. Optei pagar o meu crédito em 72 vezes por 78,72€/Mês. Com esta prestação baixa vou juntar dinheiro para pagar antes, sem custos adicionais.

TAEG: 5,5% TAN: 4,70% MTIC: 5.268,78€.

4 cuidados que deve ter ao transferir crédito habitação

Transferir crédito habitação é uma solução que pode ajudar muitos consumidores a poupar.

Afinal, estamos a falar de um contrato que possui uma duração de até 40 anos, período no qual muito pode mudar.

Neste sentido, as condições nas quais contratou o seu crédito há muito tempo atrás, podem não ser tão vantajosas atualmente.

Por isso, vale a pena acompanhar as taxas e variações nas propostas mais atuais e comparar com o seu contrato.

Mas, antes de optar pela transferência, é preciso ter alguns cuidados.

Transferir crédito habitação: Tenha atenção a estes 4 cuidados

Se acredita que está a pagar um valor acima da média atual de mercado nas prestações do seu crédito habitação, a transferência pode ser vantajosa.

Especialmente para aqueles que solicitaram o crédito na época da crise financeira que assolou o país.

Comparando as condições contratuais daquele período com as que temos hoje, é evidente que muita coisa mudou.

Por isso, vale a pena considerar a transferência para aliviar o seu orçamento.

Mas, antes de recorrer a esta solução, fique atento a estes cuidados para garantir que está a fazer um bom negócio.

1 – Comissão de reembolso antecipado

Ao transferir crédito habitação, a nova entidade credora deverá liquidar o seu saldo devedor no banco original.

Será feita, portanto, uma operação de reembolso antecipado.

Neste sentido, é importante estar atento às comissões cobradas e assegurar que vale a pena fazer a transferência.

O valor da comissão varia entre bancos. Também depende do tipo de taxa do seu crédito à habitação, sendo 0,5% para uma taxa variável e 2% para um empréstimo com taxa fixa.

É importante referir que é preciso avisar a instituição de crédito com, pelo menos, 10 dias úteis de antecedência.

O banco, por sua vez, deve emitir, de forma gratuita, um documento no prazo máximo de 14 dias úteis a contar da data de extinção do contrato.

2 – Custos extras

Os custos administrativos do banco são suportados pela maior parte das instituições.

Contudo, é importante certificar-se de que a entidade para a qual deseja transferir o crédito cobre tais despesas.

Além disso, possivelmente terá de arcar com outros custos extras ao realizar a transferência.

Estes custos estão relacionados à elaboração de uma nova escritura e outros impostos relativos à operação. Como por exemplo, o Imposto do Selo sobre a Transação (0,8%) e o Imposto do Selo sobre o Crédito (0,6%).

3 – Produtos associados

É muito importante verificar, antes de transferir crédito habitação, se para conseguir uma prestação reduzida será necessário contratar produtos associados. Os mais comuns são cartões de crédito ou seguros extra.

Sabemos que os bancos dão benefícios a quem escolher contratar estes produtos, como redução do spread, por exemplo.

Entretanto, é preciso estar atento para o valor destes produtos, uma vez que tal acréscimo pode não compensar o desconto a ter na prestação.

4 – Condições gerais do contrato

Por fim, deve comparar e simular as condições gerais do contrato como o tipo de taxa, fixa, variável ou mista e também outras componentes.

Verifique os valores da TAN, TAEG e do spread. Estes impactam diretamente o valor final da prestação, portanto, procure taxas mais atrativas.

Fazer a transferência pode ser bastante vantajoso. Em alguns casos é possível reduzir a prestação em até 40%, de forma que o dinheiro que irá poupar poderá ser aplicado nas suas poupanças, investimentos e projetos pessoais.

Mas, para garantir que está a fazer um bom negócio, fique atento aos cuidados que referimos. Assim, certifica-se que transferir crédito habitação é a melhor opção!

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CLAUDIA SANTANA

O total dos meus créditos rondavam os 24.000€ e estava a pagar 865€ por mês. Após juntar todos os meus créditos, sem fiadores, passei a ter uma só mensalidade de apenas 315€/Mês.

Redução de 64% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 11,712%.

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SOFIA E NUNO CAMPOS

Devíamos 19.000€ e tínhamos de pagar 677€/Mês. Depois da consolidação de créditos, sem incluir o crédito da casa, ficámos com uma mensalidade de 249€. Poupamos mais de 400€/Mês.

Redução de 63% nas prestações. TAN 9,500% e TAEG 12,024%.

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Queria fazer outro crédito de 5.000€ mas com a casa devia 130.000€ e pagava 2.097€/Mês. Segui a sugestão e fiz um crédito consolidado. Reduzi as prestações para 745€/Mês e já com os 5.000€ na conta.

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