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Depósitos a prazo: O que deve saber antes de contratar
30 de Janeiro de 2026
Os depósitos a prazo continuam a ser uma das opções mais procuradas por quem pretende aplicar dinheiro com segurança. Num contexto de incerteza económica, este produto financeiro surge como uma alternativa simples para proteger o capital e obter algum rendimento.
Antes de contratar, é essencial compreender como funcionam, quais as suas vantagens e que aspetos devem ser analisados. Só assim será possível tomar uma decisão consciente e alinhada com os seus objetivos financeiros.
Depósitos a prazo: como funcionam e para quem são indicados
Os depósitos a prazo consistem numa aplicação de dinheiro junto de uma instituição financeira, por um período previamente definido. Durante esse prazo, o montante fica imobilizado e gera juros.
No final do período acordado, recebe o capital aplicado acrescido dos juros. Em alguns casos, pode optar pelo pagamento periódico dos juros, consoante o produto contratado.
Este tipo de aplicação é indicado para quem procura segurança, previsibilidade e baixo risco. É especialmente adequado para perfis conservadores.
1 - Qual é o prazo e o montante mínimo
Um dos primeiros pontos a analisar é o prazo do depósito. Os prazos podem variar entre alguns meses e vários anos. Regra geral, quanto maior o prazo, maior tende a ser a taxa de juro.
Também existe um montante mínimo de subscrição. Este valor varia de banco para banco. Em muitos casos, começa em valores acessíveis, como 500 ou 1.000 euros.
É importante garantir que não vai precisar do dinheiro durante o prazo acordado.
2 - Taxa de juro: fixa ou variável
A maioria dos depósitos a prazo apresenta uma taxa de juro fixa. Isso significa que sabe exatamente quanto vai receber no final do prazo.
Alguns produtos oferecem taxas variáveis ou promocionais. Estas podem depender de condições específicas, como a contratação de outros produtos bancários.
Antes de avançar, confirme sempre a TANB e a TANL. Estes indicadores mostram o rendimento bruto e líquido.
3 - Mobilização antecipada: o que deve ter em atenção
Nem todos os depósitos permitem a mobilização antecipada. Quando é permitida, pode existir penalização nos juros.
Em muitos casos, perde total ou parcialmente os juros acumulados. O capital inicial costuma ser garantido, mas convém confirmar.
Leia sempre as condições contratuais antes de aplicar o dinheiro.
3 - Segurança dos depósitos
Um dos maiores atrativos dos depósitos a prazo é a segurança. Em Portugal, estes produtos estão protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos.
Este fundo garante até 100.000 euros por depositante e por instituição. Assim, mesmo em caso de falência do banco, o capital está salvaguardado dentro desse limite.
4 - Fiscalidade aplicada aos depósitos
Os juros obtidos estão sujeitos a tributação. Em Portugal, aplica-se uma taxa liberatória de 28%.
Esta retenção é feita automaticamente pelo banco. Não precisa de declarar os rendimentos, salvo exceções específicas.
Ainda assim, é importante considerar este impacto no rendimento final.
5 - Quando faz sentido contratar
Os depósitos a prazo fazem sentido quando existe um objetivo financeiro de curto ou médio prazo. Também são úteis para criar uma reserva financeira.
Não são indicados para quem procura elevados rendimentos. O foco está na estabilidade e não na valorização agressiva.
Antes de contratar, avalie se existem outras soluções mais adequadas ao seu perfil.
6 - FAQ sobre os depósitos a prazo
O que são depósitos a prazo?
São aplicações financeiras em que o dinheiro fica imobilizado por um período definido, gerando juros.
Os depósitos com prazo definido têm risco?
O risco é muito reduzido, sobretudo dentro do limite protegido pelo Fundo de Garantia de Depósitos.
Qual é a diferença entre TANB e TANL?
A TANB é a taxa bruta. A TANL já reflete o valor após impostos.
Os depósitos com prazo são indicados para todos os perfis?
São mais adequados para perfis conservadores e objetivos de curto prazo.
Os depósitos a prazo continuam a ser uma solução segura para quem pretende proteger o capital e obter um rendimento previsível.
Na Credistar, encontra apoio especializado para comparar produtos, esclarecer dúvidas e escolher a solução mais adequada às suas necessidades financeiras.
O que são e como funcionam os escalões do IRS
28 de Janeiro de 2026
Compreender os escalões do IRS é essencial para perceber como é calculado o imposto sobre os rendimentos em Portugal. Este conhecimento permite antecipar o valor a pagar ou a receber e organizar melhor o orçamento.
Apesar de o IRS ser um imposto conhecido, muitos contribuintes ainda têm dúvidas sobre a forma como os escalões funcionam e como influenciam o rendimento líquido mensal. Ao longo deste artigo, será explicado de forma simples e porque têm impacto direto nas finanças pessoais.
Escalões do IRS: o que são e para que servem
Os escalões do IRS correspondem a intervalos de rendimento coletável aos quais são aplicadas taxas progressivas de imposto. Isto significa que quanto maior for o rendimento, maior será a taxa aplicada à parte do rendimento que se enquadra em cada escalão.
Importa esclarecer que o rendimento não é tributado todo à mesma taxa. Cada escalão aplica-se apenas à parcela do rendimento que nele se insere, garantindo um sistema mais justo e proporcional.
Este modelo de tributação progressiva tem como principal objetivo adaptar o imposto à capacidade financeira de cada contribuinte.
1 - Como funciona a tributação por escalões
Para perceber como funcionam, é necessário compreender o conceito de tributação progressiva. Em vez de aplicar uma taxa única sobre todo o rendimento, o imposto é calculado por partes.
Por exemplo, se o rendimento anual ultrapassar o limite do primeiro escalão, apenas o valor excedente será tributado à taxa do escalão seguinte. O restante continua a ser tributado às taxas inferiores.
Este sistema evita que um pequeno aumento salarial resulte numa carga fiscal desproporcionada.
2 - Quais são os principais escalões
Os escalões do IRS são atualizados periodicamente pelo Governo e podem variar de ano para ano. De forma geral, incluem vários níveis, desde rendimentos mais baixos até rendimentos mais elevados, com taxas progressivamente mais altas.
A informação oficial e atualizada sobre os escalões em vigor pode ser consultada no Portal das Finanças, através da Autoridade Tributária.
Consultar fontes oficiais é essencial para garantir que os cálculos são feitos com base nos valores corretos.
3 - Rendimento coletável: o que realmente conta para os escalões
Um erro comum é confundir rendimento bruto com rendimento coletável. Os escalões do IRS aplicam-se ao rendimento coletável, que resulta do rendimento bruto após deduções específicas, como contribuições para a Segurança Social.
Isto significa que dois contribuintes com salários brutos semelhantes podem enquadrar-se em escalões diferentes, dependendo das deduções aplicáveis.
É por isso que o valor final do imposto pode variar bastante de pessoa para pessoa.
4 - Diferença entre taxa marginal e taxa média
Outro conceito importante relacionado é a diferença entre taxa marginal e taxa média.
A taxa marginal corresponde à taxa do escalão mais elevado em que o rendimento se enquadra. Já a taxa média resulta da divisão do total de imposto pago pelo rendimento total.
Na prática, a taxa média é sempre inferior à taxa marginal, o que ajuda a perceber melhor o impacto real do IRS no rendimento anual.
5 - FAQ sobre os escalões do IRS
O que são os escalões do IRS?
São intervalos de rendimento aos quais correspondem diferentes taxas de imposto, aplicadas de forma progressiva.
Os escalões do imposto mudam todos os anos?
Podem mudar. O Governo pode atualizar os valores e as taxas dos escalões em cada Orçamento do Estado.
Onde é possível consultar os escalões oficiais do IRS?
Os escalões em vigor estão disponíveis no Portal das Finanças e em publicações oficiais do Estado.
A retenção na fonte corresponde exatamente ao IRS final?
Não necessariamente. A retenção é um adiantamento. O acerto final é feito na entrega da declaração anual.
Compreender como funcionam os escalões do IRS é fundamental para gerir melhor o dinheiro e evitar surpresas fiscais. Este sistema progressivo garante maior justiça na tributação, mas exige atenção e planeamento por parte dos contribuintes.
Na Credistar, é possível contar com apoio especializado para esclarecer dúvidas fiscais. Entre em contacto connosco!
Afinal, o que é o score de crédito?
26 de Janeiro de 2026
Se já tentou pedir um empréstimo, um cartão de crédito ou até um crédito habitação, certamente ouviu falar em score de crédito.
Este indicador tem um peso decisivo na forma como as instituições financeiras avaliam o seu perfil e definem se aprovam — ou não — um pedido de financiamento.
Mas afinal, o que é, como funciona e porque é tão importante para a sua vida financeira? Neste artigo, explicamos tudo de forma clara e prática, para que possa tomar decisões mais informadas.
Score de crédito: o que significa e para que serve?
O score de crédito é uma pontuação atribuída ao seu perfil financeiro. Esta pontuação resulta da análise do seu comportamento enquanto consumidor de produtos financeiros, como empréstimos, cartões de crédito ou financiamentos.
Na prática, o score serve para medir o risco que representa para os bancos e instituições financeiras. Quanto mais elevado for, maior é a probabilidade de conseguir crédito em boas condições. Pelo contrário, um score baixo pode dificultar a aprovação ou resultar em taxas de juro mais elevadas.
Em Portugal, a informação utilizada para esta análise está associada ao histórico registado na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal.
1 - Como é calculado?
O cálculo não é feito de forma aleatória. Existem vários fatores que influenciam diretamente esta pontuação, entre eles:
Histórico de pagamentos
Pagar as prestações dentro do prazo é um dos fatores mais importantes. Atrasos ou incumprimentos têm um impacto negativo significativo no score.
Nível de endividamento
Ter muitos créditos ativos ou uma taxa de esforço elevada pode reduzir o score de crédito, pois indica maior risco financeiro.
Tipo de crédito contratado
Créditos pessoais, cartões de crédito e créditos habitação têm pesos diferentes na avaliação do perfil financeiro.
Frequência de pedidos de crédito
Solicitar vários créditos num curto espaço de tempo pode ser interpretado como sinal de instabilidade financeira.
Relação entre rendimento e encargos
Quanto mais equilibrada for a relação entre o que ganha e o que paga mensalmente, melhor será o seu score.
2 - Porque é tão importante?
O score de crédito influencia diretamente as condições que lhe são oferecidas pelas instituições financeiras. Um bom score pode significar:
- Maior facilidade na aprovação de crédito
- Taxas de juro mais baixas
- Prazos de pagamento mais flexíveis
- Acesso a montantes mais elevados
Por outro lado, um score desfavorável pode resultar na recusa do pedido ou em condições menos vantajosas.
3 - Como consultar o seu score?
Em Portugal, não existe uma pontuação pública única como noutros países. No entanto, pode consultar gratuitamente o seu mapa de responsabilidades de crédito no site do Banco de Portugal.
Este documento permite perceber todos os créditos associados ao seu nome e avaliar se existem situações que possam prejudicar o seu score.
Consultar regularmente esta informação ajuda a identificar erros, créditos esquecidos ou situações de incumprimento que podem ser resolvidas atempadamente.
4 - Dicas práticas para melhorar o score de crédito
Se o seu score não é o ideal, saiba que é possível melhorá-lo com algumas atitudes simples:
- Pague sempre as prestações dentro do prazo
- Evite usar o limite máximo dos cartões de crédito
- Não acumule vários créditos ao mesmo tempo
- Faça simulações antes de pedir novo financiamento
- Negocie condições mais favoráveis sempre que possível
Com disciplina financeira, o score tende a melhorar ao longo do tempo.
5 - FAQ sobre o score de crédito
O score de crédito é o mesmo para todos os bancos?
Não. Cada instituição pode ter os seus próprios critérios de avaliação, embora todas analisem o histórico financeiro.
Ter crédito habitação baixa o score?
Não necessariamente. Se as prestações forem pagas corretamente, pode até ter um impacto positivo.
Atrasos pequenos influenciam o score?
Sim. Mesmo atrasos pontuais podem ser registados e afetar a avaliação.
É possível recuperar um score de crédito baixo?
Sim. Com pagamentos regulares e redução do endividamento, o score melhora ao longo do tempo.
O score de crédito é um dos principais indicadores da sua saúde financeira e tem um impacto direto nas condições de financiamento que lhe são oferecidas.
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O que esperar das taxas de juro em 2026?
23 de Janeiro de 2026
As taxas de juro em 2026 são uma preocupação real para quem tem crédito, planeia comprar casa ou pretende investir com mais segurança.
Depois de vários anos marcados por subidas rápidas, instabilidade económica e inflação elevada, é natural que queira perceber o que pode acontecer a seguir. Afinal, as decisões tomadas hoje terão impacto direto no seu orçamento nos próximos anos.
Neste artigo, explicamos o que pode esperar, quais os fatores que irão influenciar a sua evolução e como pode preparar-se financeiramente para diferentes cenários.
Taxas de juro em 2026: que cenário os especialistas antecipam?
As previsões apontam para um período de maior estabilidade, quando comparado com os anos anteriores. Após ciclos agressivos de subida, os principais bancos centrais têm demonstrado intenção de controlar a inflação sem travar totalmente o crescimento económico.
Segundo análises do Banco Central Europeu, disponíveis em
a tendência passa por ajustes graduais, evitando choques abruptos nos mercados financeiros.
Isto significa que as taxas de juro em 2026 poderão manter-se moderadas, com pequenas oscilações, dependendo da evolução económica global.
Quais os fatores que influenciam as taxas de juro?
As taxas de juro não sobem ou descem por acaso. Existem vários elementos que determinam a sua evolução.
1 - Inflação
A inflação continua a ser o principal fator. Se os preços permanecerem controlados, os bancos centrais terão margem para aliviar as taxas. Caso contrário, poderão mantê-las mais elevadas durante mais tempo.
2 - Crescimento económico
Um crescimento económico fraco pode levar à redução das taxas de juros em 2026, para estimular o consumo e o investimento. Já um crescimento excessivo pode ter o efeito contrário.
3 - Política monetária europeia
As decisões do Banco Central Europeu têm impacto direto nos créditos indexados à Euribor. Em 2026, a política monetária deverá ser mais previsível, mas continuará dependente do contexto internacional.
Impacto das taxas de juro em 2026 no crédito habitação
Para quem tem ou pretende contratar crédito habitação, as taxas de juro em 2026 serão decisivas. Se optar por taxa variável, as prestações podem estabilizar, mas dificilmente regressarão aos valores mínimos do passado recente.
Já quem escolhe taxa fixa poderá beneficiar de maior previsibilidade, embora com custos iniciais ligeiramente superiores. A escolha deve ter em conta a sua situação financeira e tolerância ao risco.
Simulações regulares ajudam a perceber qual a melhor opção em cada momento.
Como preparar o seu orçamento para 2026?
Independentemente do cenário, a preparação financeira é essencial. Existem algumas estratégias simples que pode adotar desde já.
- Rever encargos mensais e reduzir despesas desnecessárias
- Criar ou reforçar um fundo de emergência
- Evitar comprometer uma percentagem elevada do rendimento com créditos
- Comparar propostas bancárias com atenção à TAEG
FAQ sobre taxas de juro em 2026
As taxas de juro em 2026 vão baixar?
As previsões apontam para maior estabilidade, com possíveis descidas graduais, mas sem regressar a mínimos históricos.
Vale a pena esperar por 2026 para contratar crédito?
Depende da sua situação financeira atual. Esperar pode trazer vantagens, mas também riscos.
A Euribor vai influenciar as taxas de juro em 2026?
Sim. A Euribor continuará a ser um dos principais indexantes do crédito habitação.
Quem tem taxa variável deve preocupar-se?
É importante acompanhar o mercado e simular diferentes cenários para evitar surpresas.
As taxas de juro afetam apenas créditos?
Não. Também influenciam poupanças, investimentos e decisões de consumo.
As taxas de juro em 2026 deverão refletir um período de maior equilíbrio, mas continuam a exigir atenção e planeamento.
Na Credistar, encontra apoio especializado para analisar o mercado, simular créditos e escolher as soluções mais adequadas ao seu perfil. Entre em contacto e prepare hoje as decisões que vão marcar o seu futuro financeiro.
Resoluções de Ano Novo: 7 estratégias para melhorar as finanças pessoais em 2026
06 de Dezembro de 2025
As resoluções de Ano Novo são sempre aquele empurrão motivador que faz acreditar que tudo pode ser diferente no próximo ano.
E, quando o assunto são as finanças pessoais, essa motivação é ainda mais necessária. Afinal, 2026 aproxima-se e, com ele, chegam novos objetivos, novos desafios e novas oportunidades de organizar a vida financeira com mais inteligência.
Em Portugal, a preocupação com o orçamento tem aumentado. Dados do Banco de Portugal mostram que os níveis de poupança continuam abaixo da média europeia.
Por isso, nada melhor do que começar o ano com um plano financeiro simples, realista e sustentável. Nas próximas linhas, vai descobrir estratégias práticas para transformar as finanças em 2026.
Quanto tempo se demora a vender uma casa: saiba o prazo médio
05 de Dezembro de 2025
Se está a pensar colocar o seu imóvel à venda, é natural querer saber quanto tempo se demora a vender uma casa.
O tempo de venda pode variar significativamente, dependendo de fatores como localização, preço, estado do imóvel e estratégia de marketing.
Em Portugal, o mercado imobiliário continua dinâmico, mas também competitivo. Compreender o prazo médio de venda ajuda-o a definir expectativas realistas e a planear melhor o processo.
